terça-feira, 28 de julho de 2009

O caminho livre das tecnologias educacionais

A capacidade de aprender é provavelmente o maior diferencial dos profissionais e das organizações destes tempos turbulentos. Enfrentando desafios cada vez mais complexos, precisamos recorrer a novos recursos que nos permitam evoluir de maneira mais eficiente e ágil.

A inteligência coletiva, que corresponde aos mecanismos que sintetizam e aprimoram contribuições individuais em relação a um objetivo maior, aparece como um fenômeno promissor neste contexto. Como entendê-la e explorá-la? Afinal, qual o impacto competitivo das novas tecnologias e metodologias de desenvolvimento na capacidade de aprendizagem das nossas organizações?

Desde os primórdios da humanidade, a capacidade do ser humano de registrar os seus pensamentos em algum suporte, seja ele a parede de uma caverna, um papiro ou um chip de silício, foi condição sine qua non ao seu desenvolvimento.

Jack Goody, antropólogo inglês, mostrou no livro “A razão gráfica”, de 1979, como o ato de escrever impactava nos processos cognitivos. Basicamente, a projeção de um pensamento em algum suporte representa um avanço significativo de sua compreensão por duas razões.

Primeiro, porque traz a oportunidade de relê-lo, repensá-lo e aperfeiçoá-lo. Segundo, porque o suporte é também uma maneira de desafiar limites de tempo e espaço para submeter o produto do seu pensamento a outros seres susceptíveis de comentá-lo, criticá-lo e aprimorá-lo.

Neste sentido, Goody explica como o suporte que se escolhe para projetar o seu pensamento não é neutro. O fato de escrever suas ideias numa folha em branco ou de organizá-las em uma tabela influencia o próprio autor e, consequentemente, os seus leitores no entendimento do conceito.

Assim, desde a industrialização dos processos de reprodução (Gutemberg, séc. XV), tal fenômeno vem se multiplicando e dando a oportunidade a um volume muito maior de pessoas alfabetizadas de terem acesso a essa informação para desenvolver os seus conhecimentos nas mais diversas áreas.

Se a natureza do suporte é um elemento de primeira importância na aprendizagem, a internet é uma resposta natural da humanidade a essa necessidade de se expressar, comunicar, alterar, discutir e aprimorar o seu conhecimento. Se a web 1.0 foi uma transferência das mídias tradicionais para a internet, a web 2.0 soube explorar de maneira mais avançada a inteligência coletiva, oferecendo uma facilidade muito maior para que qualquer usuário pudesse dar a sua contribuição.

A Wikipédia surgiu como um símbolo dessa nova era. Ela demonstrou que, fornecendo um padrão de publicação e validação (uma gramática) a uma comunidade em constante crescimento, era possível criar a maior e melhor base de informações do mundo atual.

A tecnologia permitiu renovar a tradição enciclopédica colaborativa iniciada por Diderot e d’Alembert, na França, no século XVIII. Mais do que uma revolução, trata-se de uma evolução natural; os seres humanos sempre tiveram tendência a optar por soluções que os libertassem de restrições desnecessárias.

Desse modo, a informação gerada pelos usuários revolucionou a internet e a mídia em geral com dois pré-requisitos. Primeiro, oferecer a todos o poder de criar, editar, indexar e publicar qualquer conteúdo. Depois, permitir a um grupo mais restrito de especialistas moderar e estabilizar as contribuições.

Novos modelos de negócios surgiram desse fenômeno e o mais brilhante exemplo foi o Google, que se tornou líder tecnológico dessa era, explorando justamente a inteligência proveniente das relações que existem entre os conteúdos para oferecer simplesmente o que todo mundo precisava: a sua organização!

O mesmo Google acabou de anunciar que irá lançar, em 2010, um sistema operacional de código aberto. A ofensiva não tem em si nada de assustador para o líder do mercado que ocupa uma posição quase monopolística, a não ser pela capacidade do Google de catalisar as contribuições dos usuários para oferecer um serviço melhor.

O que fará diferença para a empresa de Moutain View é conseguir mobilizar a inteligência coletiva ao redor do seu projeto. Foi assim que o Facebook, que chegou mais tarde no mercado das redes sociais e superou todas as outras abrindo parte do seu código para que os desenvolvedores pudessem contribuir com suas aplicações.

A nova era da computação pertence a quem souber aproveitar o potencial da inteligência coletiva de maneira eficiente e ágil, garantindo qualidade. Para isso é necessário definir uma linguagem e os padrões para que a comunidade possa contribuir de maneira eficiente.

Não é só o conteúdo gerado pelos usuários que faz o diferencial, mas também a velocidade e a qualidade das evoluções dos serviços. As soluções de software livre sofreram com a falta de agentes estruturantes que pudessem sustentar uma estratégia em longo prazo. Isso está mudando.

Neste contexto, a competitividade das nossas organizações depende também da nossa capacidade de integrar rapidamente soluções tecnológicas que permitam às equipes aprender de maneira mais rápida e eficiente. Se o conhecimento e as maneiras de aprender estão em constante evolução, as plataformas de aprendizagem mais competitivas serão naturalmente aquelas com maior capacidade de adaptação.

Se já observamos um crescimento exponencial do uso dessas soluções nas áreas acadêmica e pública, as corporações ainda precisam de maiores garantias para escolher soluções livres. A cultura organizacional precisa evoluir para que se aceite que software não é mais um produto fechado, mas, um serviço em constante processo de aprimoramento.

Se duas cabeças pensam melhor do que uma, não é difícil imaginar o potencial de uma comunidade mundial focada em solucionar os seus problemas. [Webinsider]

Nota fiscal eletrônica: os riscos escondidos para as corporações

A nota fiscal eletrônica (NFe) é hoje uma realidade nas empresas que antes baseavam a documentação de suas transações financeiras em papel. Para a emissão desses documentos virtuais, as organizações precisam adquirir certificados digitais voltados a validar juridicamente a assinatura dos documentos.

Muitas companhias, no entanto, podem se deparar com problemas relacionados à proteção de suas informações fiscais, já que o tipo de certificado mais adotado, o A1, traz vulnerabilidades e, se esses dados chegarem às mãos de pessoas mal-intencionadas, podem ser utilizados para emissão de notas falsas em nome das companhias.

Segundo o especialista em segurança de informação da consultoria Epsec, Denny Roger, já existem vários casos de empresas que sofreram algum tipo de fraude desse tipo. E investigações que correm em segredo de justiça mostram que os problemas foram causados por certificados digitais utilizados indevidamente.

Roger faz uma analogia entre o início do Internet Banking no Brasil, quando as empresas tinham somente uma senha simples de acesso à conta com a situação do certificado A1. “Depois que as fraudes nas contas correntes explodiram, as instituições foram atrás de soluções. O mesmo deve acontecer com os certificados digitais para emissão das notas eletrônicas", diz.

De acordo com o especialista, há grupos que defendem a substituição dos certificados A1 por certificados A3, instalados em um hardware ou smartcard; em tese, invioláveis. O presidente da NFe do Brasil, Marco Zanini, afirma que não há a necessidade de eliminar o certificado do tipo A1, pois ele pode ser mantido em segurança.

Bastaria, para isso, implantar, nas operações da empresa, módulos de segurança conhecidos por HSM (Hardware Security Module). Eles podem ser instalados diretamente na estrutura de servidores para assinar digitalmente e com segurança todas as notas.

Apesar disso, Zanini concorda que a maioria das corporações estão expostas a riscos. “Eu diria que, se hoje houver 10 mil empresas emitindo nota fiscal eletrônica, no Brasil, somente 500 estão seguras e utilizam a proteção adequada”, afirma.

O executivo acrescenta que seria inviável manter um certificado A3 para altos volumes de transação, já que esta versão exige senha de acesso cada vez que é utilizada. Já o gerente de certificação digital da Serasa Experian, Igor Ramos, acredita que o risco com o certificado digital A1 está muito mais relacionado à corrupção do arquivo do que à existência de fraudes. “Hoje as companhias já contam com formas eficazes de proteção”, diz.

Por outro lado, destaca, se o arquivo sofrer algum dano, causado ou não por terceiros, e não houver plano de contingência, a companhia pode ficar algum tempo sem emitir notas e deixará de fazer negócios.

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Redes de computadores zumbis infestam Estados Unidos

A maior delas é chamada de Zeus, atua em 3,6 milhões máquinas e pode ser usada para envio de spams e ataques de negação de serviço.

rede-zumbi-88.jpgOs ataques vindos de redes de computadores zumbis, os botnets, já são motivo de preocupação nos EUA. Depois de instalarem um código malicioso na máquina do usuário, esses grupos utilizam o PC para o envio de e-mails em massa não-solicitados (spams).

O objetivo dessas redes é enviar milhões de e-mails pelos PCs comprometidos e, assim, roubar dados pessoais e promover ataques de negação de serviço, entre outras possibilidades.

Conheça os dez maiores botnets dos Estados Unidos. O levantamento foi feito com base em estimativas da empresa de segurança Damballa, que analisou o tamanho e atividade das redes no país.

1. Zeus
PCs comprometidos: 3,6 milhões

Uso principal: o cavalo-de-troia usa técnicas de rastreamento da digitação para roubar dados sensíveis, como nomes de usuário, senhas, número de contas bancárias e cartões de crédito. Para tal, ele inclui códigos da linguagem HTML em páginas de login de bancos online.

2. Koobface
PCs comprometidos: 2,9 milhões

Uso principal: este código malicioso se espalha por meio das redes sociais MySpace e Facebook com mensagens falsas ou comentários vindos de supostos amigos.

Ao clicar em um link para assistir a um vídeo, o usuário é levado a baixar uma atualização - como um codec -, que na verdade é um malware . A praga já tem mil variantes, afirma a empresa de segurança Kaspersky.

3. TidServ
PCs comprometidos: 1,5 milhão

Uso principal: ele se espalha por spams como se fosse um anexo e usa técnicas de rootkits para se esconder em serviços comuns do sistema operacional Windows, mesmo em seu modo de segurança de navegação. Em geral, ele consegue esconder a maioria de seus arquivos e registros no sistema.

4. Trojan.Fakeavalert
PCs comprometidos: 1,4 milhão

Uso principal: este botnet era utilizado para o envio de spams. Sua estratégia, contudo, mudou para o download de outros malwares, com enfoque em alertas de segurança e antivírus falsos.

5. TR/Dldr.Agent.JKH
PCs comprometidos: 1,2 milhão

Uso principal: este cavalo-de-troia remoto divulga dados criptografados para os domínios de controle e periodicamente recebe instruções sobre eles. Geralmente carregado por outro código malicioso, o TR/Dldr.Agent.JKH é utilizado como um clickbot para fraudes por cliques em anúncios falsos, gerando verba com anúncios para o ‘bot chefe’.

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Como cuidar do seu pen-drive

kingston_pendrives

Por Eduardo Bonjoch

Para que dure mais, o pen-drive precisa de cuidados especiais. Em primeiro lugar, só o fato de ser uma memória sólida já sinaliza a fragilidade do pen-drive a impactos e quedas, que podem danificá-lo para sempre. Além disso, não se deve abrir mão das tampas de proteção, já que evitam o acúmulo de poeira.

E será que a retirada brusca do pen-drive de uma entrada USB do computador pode danificar o pequeno acessório? Conversei com José Alberto Gervásio, da Kingston, a respeito e ele me disse que, embora as chances sejam pequenas, isso pode acontecer.

Segundo ele, o ideal é sempre buscar a opção “remover com segurança” antes de retirar o pen-drive do computador. Quando essa alternativa não estiver disponível, como na linha de som automotivo, a dica é desligar o aparelho antes de retirar o dispositivo.

Deixe ainda a cadeira e a perna afastadas das portas USB frontais do computador. É que, ao esbarrar acidentalmente no pen-drive conectado ao PC, você ainda corre o risco de entortar o conector. Na tentativa de fazê-lo voltar à posição original, você pode quebrar a placa de circuito integrado, aposentando o pen-drive para sempre.

Provedores querem a continuidade de ação contra a Telefônica

Responsável pela acusação contra a operadora, entidade que representa o setor aguarda o julgamento de prática anticoncorrencial.
A Associação Brasileira dos Provedores de Acesso, Serviços e Informações da Rede Internet (Abranet) recebeu bem a notícia de que a Telefônica foi multada em 1,9 bilhão de reais pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). Mas espera ansiosamente pelo prato principal, que ainda não foi servido, segundo Eduardo Parajo, presidente da entidade.
“Ficamos felizes com a decisão do Cade. A medida, no entanto, não é a mais importante, pois ela trata só do descumprimento por parte da Telefônica de algumas determinações feitas pelo órgão”, afirma Parajo. “Agora, esperamos o avanço do julgamento final da ação principal, que é a de prática anticoncorrencial”, diz, referindo-se ao fato de a Telefônica oferecer um serviço de acesso grátis à internet.
Entre as regras que o Cade julgou totalmente descumpridas pela Telefônica está a proibição da oferta do iTelefônica como servidor de acesso banda larga a novos usuários. Outro ponto não obedecido foi a retirada de propaganda relacionada ao portal Terra das páginas do site do itelefonica.terra.com.br, além da exclusão da palavra 'terra' da URL do site.

quinta-feira, 16 de julho de 2009

melhores empresas de ti e telecon para se trabalahr

http://computerworld.uol.com.br/gptw/2009/ranking_geral

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Até tu, Brutus?


Foi um dia sombrio para a família Dvorak quando meu filho decidiu comprar um Macintosh. E agora jura que jamais voltará para um PC. Eu sabia que isso ia acontecer, a bandeira da família agora está hasteada a meio-pau.

"Eu não queria contar antes porque estava com medo de você ficar louco de raiva", me disse a minha esposa, enquanto eu resmungava entre os dentes.

Passada a irritação inicial, devo reconhecer que essa foi uma atitude inteligente, uma vez que ele estava apenas seguindo os conselhos de jornalistas de tecnologia e experts em geral, que costumam dizer "Compre soluções, não hardware". No caso de meu filho, a solução era um excelente programa chamado DevonThink, que ele precisa para o livro que está escrevendo.

Esse tal programa manipula PDF com incrível facilidade e organiza tudo em um banco de dados minuciosamente administrável. Para mim, é um aplicativo matador da Apple e que simplesmente não existe para Windows.

Bem, mas o fato é que ele comprou um MacBook Pro, um dos poucos notebooks que realmente me impressionou até hoje. Ele é feito de alumínio denso e parece uma rocha, não lembra em nada a fragilidade habitual de um laptop. Além disso, ele tem um track pad multitoque, parecido ao do iPhone, permitindo que com dois dedos você faça todos os movimentos sem usar mouse. E a tela é linda e brilhante.


O encanto das novidades mais leves

Todas essas funcionalidades geniais me fizeram perceber que fiquei para trás. Antes de mais nada, eu não quero adotar um notebook como meu computador principal. Prefiro uma máquina desktop mesmo, cheia de memória e poder de processamento gigante. Quando pego um laptop, quero a máquina mais leve possível, mas ainda uso um velho Toshiba R200. É uma máquina do tempo em que a Toshiba dominava o mercado de máquinas ultraleves, mas hoje elas estão muito caras. Além disso, a Toshiba, perdeu o bonde dos netbooks, ainda que seu Libretto, de alguns anos atrás, possa ser considerado o pai dos netbooks.

Agora temos Dell, HP e Lenovo. Meu filho inicialmente pensou em comprar uma das máquinas da Lenovo, mas elas são feias e estranhas. Sem contar que eu achava horríveis aqueles buraquinhos na frente da máquina, que depois descobri servirem para escorrer líquidos que são derramados sobre o teclado. Fiquei horrorizado. Uso laptops há 20 anos e nunca derramei nada sobre eles.

Mas meu filho optou mesmo pelo MacBook Pro, com o belíssimo programa da Devon Technologies. Pagou mil dólares pela máquina e ainda ganhou um iPod de brinde. Pronto, me convenceu. Se eu tivesse que comprar uma máquina agora, seria essa, com certeza.

A única reclamação dele - e graças a Deus que pelo menos há alguma reclamação - é a experiência ruim que ele teve na Apple Store. Lá todo mundo parece disposto a vender qualquer coisa para você, chega a me lembrar uma feira de carros usados. Até Os Simpsons brincaram com isso em um episódio recente.

De qualquer modo, ignorando as Apple Stores, a verdade é que os Macs se tornaram máquinas de alta qualidade com usabilidade genuína.

Como identificar profissionais inovadores e agentes de mudança

Consultora cria lista com seis perguntas que os executivos deveriam fazer para suas equipes ou durante uma entrevista de emprego e que ajudam a definir um perfil transformador
Meridith Levinson, CIO/EUA

Publicada em 15 de julho de 2009 às 11h42

Durante uma entrevista de emprego ou uma conversa com a equipe, a elaboração de algumas questões ajuda a identificar quais os profissionais que têm o perfil de agentes de mudança e de inovadores. Por sinal, essas características deveriam ser perseguidas pelos CEOs em seus CIOs e, da mesma forma, em todo o time de TI.

“As companhias hoje necessitam de pessoas que possam liderar processos de mudança, que tragam novas ideias e soluções para um número cada vez maior de problemas com os quais as empresas têm de lidar”, afirma a fundadora e presidente da consultoria em recrutamento e recursos humanos Talent Revolution, Amanda Hite. Ainda de acordo com a especialista, se existe a demanda, as empresas precisam conseguir identificar essas características em seus profissionais.

Com o intuito de facilitar esse caminho, Amanda criou uma lista de seis perguntas que ajudam a analisar o perfil de cada membro da equipe ou do candidato a uma vaga de emprego:

1. Como você constrói, gerencia e mantém sua rede de contatos?
Essa questão é especialmente relevante para executivos de TI. As companhias buscam, cada vez mais, por profissionais bem relacionados e que sejam altamente reconhecidos em seus mercado.

2. Se eu fizer uma busca do seu nome na web, o que vou encontrar?
Além de profissionais com excelente relacionamento, as organizações gostam de saber que todos os seus colaboradores apresentam uma excelente reputação na internet. Ao responder essa pergunta de forma objetiva, o profissional vai demonstrar a preocupação em trabalhar seu nome como ele faria com a marca de um produto.

3. No que você está focado?
A habilidade para focar em habilidades críticas para uma profissional de TI é uma condição essencial, independentemente do cargo que ele ocupa. E isso faz sentido nesse momento em que as pessoas estão lotadas de trabalho e distrações, como as mídias sociais, que roubam a atenção do trabalho.

4. O que você considera relevante?
Trata-se de uma pergunta óbvia para um profissional de TI. O diretor de sistemas corporativo da construtora CB Richard Ellis nos Estados Unidos, Brian Nettles, usa uma pergunta similar para obter o mesmo resultado: que livros você está lendo atualmente? Isso ajuda a identificar o interesse das pessoas.

5. Que tipo de soluções inovadoras você já criou?
Quem está na posição de gerente de projetos, gestor de help desk, desenvolvedor de software, arquiteto ou CIO tem a obrigação de trabalhar com soluções inovadoras para resolver os problemas de negócio. Por essa razão, essa pergunta deveria ser simples de responder para qualquer profissional de TI.

6. De que forma você controla seu tempo quando administra mudanças?
Uma questão bastante apropriada para gestores de TI e executivos. Todas as iniciativas que envolvam a área de tecnologia dependem de diversas variáveis e o sucesso em coordenar tudo isso demonstra a habilidade para administrar mudanças.

Buscador da Microsoft ganha mercado sobre Yahoo e Google

Participação de mercado da ferramenta de busca Bing sobe para 8,4 por cento, contra 8 por cento anteriormente

* Fatia de mercado do Yahoo recua, mas participação do Google permanece inalterada

SAN FRANCISCO (Reuters) - A participação de mercado da Microsoft no mercado de busca na Internet aumentou modestamente em junho, primeiro mês da nova ferramenta de busca Bing, segundo dados recentes da empresa de pesquisa ComScore.

A Microsoft ficou com 8,4 por cento do segmento de buscas na Internet dos Estados Unidos em junho, contra 8 por cento no mês anterior, basicamente às custas do concorrente Yahoo, cuja fatia de mercado caiu para 19,6 por cento, ante 20,1 por cento em maio.

O Google manteve sua liderança no mercado inalterada em 65 por cento em junho frente ao mês anterior.

"Dada toda a publicidade e propaganda em torno do Bing, nós estávamos esperando um aumento mensal", afirmou Mark Mahaney, analista do Citi, em uma nota emitida logo após a divulgação dos números.

"Mas nós achamos que é muito cedo --precisamos de três a quatro meses para determinar uma tendência-- e o movimento de junho não foi importante o suficiente para fazermos qualquer comunicado sobre se o Bing mudará o jogo no mercado de buscas", disse Mahaney. "Continuamos vendo o Bing como um produto bastante sólido, mas que tem pela frente uma longa batalha até o topo."

A Microsoft vem despejando investimentos sobre seus negócios nada lucrativos de serviços online em um esforço para competir com o domínio do Google no mercado de buscas na Internet.

Ainda há a possibilidade de a Microsoft fechar uma parceria com o Yahoo para juntar suas forças em publicidade online, após a desistência da tentativa da Microsoft de comprar o Yahoo no ano passado.

Venda mundial de PCs deve cair pela primeira vez em oito anos

Este ano, o mercado de PCs sofrerá a primeira queda de vendas desde o “estouro da bolha da internet”, em 2001, há 8 anos. A iSuppli, empresa de análises de mercado, estima que sejam comercializadas 287,3 milhões unidades de computadores este ano - uma retração de 4% em relação aos 299,2 milhões de computadores vendidos em 2008.

O desaquecimento nas vendas, segundo o mais recente relatório da iSuppli, é decorrente da diminuição nos gastos das empresas com tecnologia. Em relatório anterior, a empresa previa um ligeiro crescimento (+0,7%) para 2009.

Segundo os analistas, a diminuição nas vendas de computadores é algo incomum no mercado e que até mesmo em anos mais fracos manteve taxa de crescimento positiva - em ao menos um dígito.

Outro importante fator que levará ao encolhimento do segmento está a diminuição na procura por desktops. Está previsto a venda de 124,4 milhões de unidades este ano, bem menos que as 151,9 milhões comercializadas em 2008.

Por outro lado, a venda de notebooks crescerá 11,7%, alcançando 155,97 milhões de unidades contra 139,6 milhões em 2008. Será a primeira vez, segundo a iSuppli, que os portáteis vão ultrapassar os desktops em vendas.

Usuários domésticos e corporativos continuarão a adotar os notebooks por causa da mobilidade. Esse benefício, somado ao desempenho praticamente igual ao dos desktops, fará com que os portáteis ganhem participação de mercado dos PCs, afirmou a companhia.

Mercado de terceirização brasileiro crescerá 10% em 2009

A desvalorização do dólar em relação às principais moedas da América Latina — real, peso mexicano e peso argentino — vai beneficiar o mercado de terceirização na região, segundo a consultoria americana Gartner. Em evento realizado na cidade de São Paulo, o vice-presidente de pesquisas da empresa, Cássio Dreyfuss, afirmou que o setor deve crescer entre 10% e 12% no Brasil este ano.

Para estimar o verdadeiro desempenho do mercado, a consultoria considerou uma “cesta” com as moedas mais importantes da região. Normalmente, a conta era feita tendo como referência o dólar. Usando a metodologia, o Gartner chegou a um crescimento esperado de 6% para o setor de terceirização na América Latina. O Brasil, considerando apenas o real, terá um avanço maior.

Os números são superiores aos do mercado global, que deve apresentar queda de 4,3% em 2009. No próximo ano, a consultoria estima uma melhora considerável, com crescimento de 3% no mundo e acima de 12% no Brasil. Com isso, a receita mundial do segmento deve ficar em 268,1 bilhões de dólares em 2009. Na América Latina, o mercado deve movimentar 9,4 bilhões de dólares este ano.

Fornecedor global
De acordo com Ian Marriot, vice-presidente de pesquisas do Gartner, o Brasil vem ganhando espaço como provedor global de serviços de tecnologia. Na competição com a Índia, que lidera o mercado de terceirização, o País leva vantagem em três aspectos, segundo o consultor: melhor infraestrutura, ambiente político e econômico mais estável e maior compatibilidade cultural com a Europa e os Estados Unidos, os principais clientes.

Marriot afirma que, especialmente na Europa, muitas oportunidades devem surgir para empresas brasileiras. Em relação à chegada de companhias indianas no Brasil — no primeiro semestre, as fornecedoras de serviços indianas HCL e Infosys anunciaram a abertura de operações no País —, o executivo diz que as empresas nacionais devem focar em suas qualidades, sem se posicionar apenas como uma alternativa, e não tentar competir em custos.

“A chegada de empresas estrangeiras pode ser positiva, pois sempre traz outro tipo de conhecimento, que pode ser aproveitado pelas empresas locais”, afirma Marriot.

O que também beneficiou as companhias brasileiras de terceirização foi o escândalo envolvendo a indiana Satyam. No final do ano passado, o presidente da companhia admitiu ter fraudado os balanços contábeis da empresa durante anos. “O episódio mostrou aos clientes que não se deve colocar todos os ovos na mesma cesta. É fundamental diversificar os fornecedores”, diz Dreyfuss.

Passos para trás
A crise financeira fez as empresas andarem na contramão no que diz respeito às melhores práticas. Muitos diretores de tecnologia optaram pela terceirização apenas para reduzir orçamento. Segundo Dreyfuss, é impossível conseguir gastar menos, mantendo o mesmo nível de serviço. “Nenhum empresa deve imaginar que, só por transferir determinada tecnologia para um terceiro, vai conseguir uma economia de 20%. Isso não vai acontecer. A crise fez o mercado dar três passos para trás”, afirma.

segunda-feira, 13 de julho de 2009

A Microsoft anunciou que lançará três versões do seu software Office, que poderão ser acessadas por meio da internet, para disputar com os produtos da

A Microsoft anunciou que lançará três versões do seu software Office, que poderão ser acessadas por meio da internet, para disputar com os produtos da rival Google, lançados há três anos.

As novidades ajudaram a aumentar em 2,7% o valor dos papéis da Microsoft na Bolsa Nasdaq.

Eugene Hoshiko -15.mai.09/AP

Microsoft anunciou que vai lançar o pacote Office de forma gratuita para a internet
Esta é uma das últimas iniciativas para intensificar a disputa entre a Microsoft e o Google. Na semana passada, o Google anunciou um sistema operacional gratuito para competir com o Windows. A Microsoft, por sua vez, introduziu sua nova ferramenta de buscas, o Bing, no mês passado.

"A Microsoft está finalmente fazendo a conversão para o mundo da internet. Primeiro, nós vimos o Bing. Agora estamos vendo a iniciativa do Office", disse Katherine Egbert, analista da Jefferies & Co.

A companhia ofertará gratuitamente as versões de internet do seu pacote de programas Office, incluindo o editor de textos, tabelas, software de apresentação e um programa de bloco de notas.

A porta-voz da Microsoft, Janice Kapner, informou que a versão gratuita fornecerá uma "experiência muito rica", e que provavelmente terá mais ferramentas do que os aplicativos do Google.

Microsoft alerta para nova falha que afeta o Internet Explorer

Um dia antes de publicar pacote mensal de correções, Microsoft anuncia nova ameaça que explora vulnerabilidade no controle ActiveX.A Microsoft, desenvolvedora norte-americana de softwares, alertou nesta segunda-feira (13/7) sobre uma nova vulnerabilidade no controle ActiveX no Microsoft Office, que pode permitir a execução remota de um código malicioso no PC da vítima.

Com o anúncio, agora são duas falhas críticas e não reparadas envolvendo o ActiveX, que é uma linguagem de programação criada pela Microsoft para a inclusão de elementos multimídia em páginas da web, aumentando sua interatividade.

A primeira foi uma falha anunciada na semana passada, que tem tomado proporções maiores nos últimos dias. Especialistas de segurança afirmam que crackers estão aumentando o número de golpes online que exploram a vulnerabilidade.

A Microsoft não especifica se o IE 8 pode amenizar o impacto da nova ameaça, mas lista alguns componentes de softwares que instalam o ActiveX defeituoso:

- Microsoft Office XP Service Pack 3
- Microsoft Office 2003 Service Pack 3
- Microsoft Office XP Web Components Service Pack 3
- Microsoft Office 2003 Web Components Service Pack 3
- Microsoft Office 2003 Web Components for the 2007 Microsoft Office system Service Pack 1
- Microsoft Internet Security and Acceleration Server 2004 Standard Edition Service Pack 3
- Microsoft Internet Security and Acceleration Server 2004 Enterprise Edition Service Pack 3
- Microsoft Internet Security and Acceleration Server 2006
- Internet Security and Acceleration Server 2006 Supportability Update
- Microsoft Internet Security and Acceleration Server 2006 Service Pack 1
- Microsoft Office Small Business Accounting 2006

O Office 2000 Service Pack 3 e o Office 2007 não são um risco por si só, mas usuários podem estar vulneráveis se instalarem o pacote “Office 2003 Web Components” listado acima.

Embora a atualização mensal de segurança da Microsoft esteja marcada para esta terça-feira (14/7), é improvável que inclua correção para esta falha. Por enquanto, os usuários podem usar o recurso "Fix It", da Microsoft, clicando em "Enable Workaround".

2 milhões de usuários de telefone já pediram a portabilidade numérica

São Paulo, 13 de julho de 2009 - Um total de 2.128.021 de usuários de telefone pediu a portabilidade numérica entre 1º de setembro de 2008 e 12 de julho de 2009, segundo dados da ABR Telecom, entidade que está gerenciando esse serviço no País.

Desse total, 66% (1.398.215) referem-se a solicitações de usuários de telefonia móvel e 34% (729.806) de telefonia fixa. Até a meia-noite de domingo (12/07) 1.586.657 pedidos de migração foram concluídos. Desses, 68% (1.071.870) são usuários de telefonia móvel e 32% (514.787) assinantes de telefonia fixa.

A portabilidade foi implantada no Brasil gradativamente a partir de 1º de setembro de 2008, inicialmente, em oito DDDs. Todos os 67 DDDs existentes no País passaram a ser atendidos a partir do dia 2 de março de 2009, quando os últimos cinco códigos passaram a permitir a troca de operadora com a manutenção do número do telefone a seus usuários, que foram: 41 (PR), 16 (SP), 34 e 35 (MG) e 74 (BA).

Nesses últimos, a ABR Telecom contabilizou que, em seis meses, foram registrados 208.058 pedidos de troca de operadora. Desses, 157.044 já foram efetivados e os usuários dos respectivos acessos se beneficiam do novo serviço. O último levantamento foi realizado a meia-noite de ontem (domingo,12).

A capital do Paraná, Curitiba, servida pelo DDD 41, juntamente com outros 35 municípios paranaenses, registrou, no período, 112.850 mil pedidos de migração no relatório acumulado da ABR Telecom. Entre as solicitações de troca de operadora, (52%) 58.503 foram originados por usuários de telefonia móvel e (48%) 54.347 de telefonia fixa.

Entre os pedidos de migração originados pelos usuários dos códigos 16(SP), 34 e 35 (MG) e 74 (BA), o total de 95.208 foram registradas pela ABR Telecom. Dessas, (19%) 17.905 vindas de usuários de telefones fixos e (81%) 77.303 de usuários de telefones móveis.

Os DDDs que completaram seis meses de portabilidade numérica nesse domingo (12), representam uma base de 13,5 milhões de acessos telefônicos fixos e móveis instalados em 399 municípios brasileiros.

Speedy estreia redundância de servidores DNS

A Telefônica dobrou o número de servidores DNS que operam para o serviço de banda larga Speedy em seu data center em Alphaville, município de Barueri, em São Paulo.


Embora não diga quantos servidores novos foram comprados, a empresa explica que duplicou o número de máquinas usadas para trabalhar como servidor DNS. Estes equipamentos convertem os endereços que o usuário digita em seu browser para o número IP correspondente ao site na web.

Leia também:
UBS recomenda compra de ações da NET (09/07/2009)
Telefônica dá explicações a consumidores (08/07/2009)
Anatel apóia deixar DNS com provedores (08/07/2009)

Os servidores DNS foram alvo, em abril deste ano, de ataques crackers que comprometeram gravemente a estabilidade do Speedy. Como parte do plano da companhia submetido à Anatel para melhorar seu serviço de internet, está dobrar sua infraestrutura de DNS.


Com as mudanças em Alphaville, metade desse trabalho foi concluído. Agora, a empresa deve duplicar também os servidores DNS usados em sua outra central de acesso, na região do Ibirapuera, em São Paulo.


Com a conclusão dessa fase, haverá servidores redundantes que só entram em funcionamento caso outras máquinas falhem ou sofram ataques externos, como os ocorridos em abril deste ano.


Em nota, a empresa diz que a central de Alphaville tinha capacidade para processar 80 mil pedidos de acesso a sites por segundo e que, agora, essa capacidade subiu para 160 mil solicitações por segundo.


Além de novas máquinas, a companhia diz que mudou algumas rotinas, como por exemplo, separar os servidores que autenticam o usuário na rede Speedy dos servidores que fazem a conversão de DNS, medida que segundo a empresa diminui a chance de panes.


As modificações foram feitas durante o final de semana, período de menor acesso à web. A telecom explica que em até 180 dias contados a partir de 26 de junho terá concluído um processo de melhorias em sua rede de banda larga.

quarta-feira, 8 de julho de 2009

hopi hari - hi tech

Hopi

As férias de julho chegaram e uma boa opção para se divertir com a família é o Hopi Hari, megaparque de diversões temático Hopi Hari, localizado a cerca de uma hora de São Paulo. Para manter as incríveis atrações do parque, no entanto, uma verdadeira teia de alta tecnologia funciona com a precisão de um relógio para entreter o público.

Com a chegada das férias, a grande atração é o Hopi Night, que conta até com projeção de imagens de 35 metros para mostrar a beleza da cultura Maia. "O Hopi Night conta com três projetores que empregam a mais alta tecnologia de definição de imagem, cada um com 15 mil lumens. Com o recurso utilizado no Hopi Hari, é possível não só projetar as imagens, mas também transformar a arquitetura onde elas são projetadas, obtendo efeito de tridimensionalidade", explica Marcos Zambelli, gestor de conteúdo do parque. "A idéia é fazer com que as imagens fiquem mais próximas do real. Além disso, o evento mistura teatro com cinema, envolvendo os telespectadores a uma viagem emocionante em meio a cores, imagens, som e luzes."

O resultado é realmente espantoso, tornando-se a grande atração do Mistieri, área de 52 mil metros quadrados, localizada a noroeste do parque. "Montamos uma estrutura especial em Mistieri para as apresentações, acrescentamos sistema de som, estrutura de box truss de alumínio, montamos plataforma na pirâmide e sistema de som e iluminação. As projeções são realizadas nas estruturas já existentes – são utilizadas as próprias atrações, como na Katakumb por exemplo", diz Zambelli. "Além disso, os projetores utilizados possuem mil lumens cada um - normalmente são usados de 800 a 1000 lumens. Isso garante uma excelente qualidade de resolução, cor e brilho para as imagens que são gigantes."

O impacto causado pelas atrações da cultura Maia são apenas uma parte do show de tecnologia empregado no parque. "O Hopi Hari é hoje o maior e principal parque temático da América Latina, com tecnologia de ponta. Conta com 47 atrações que vão desde as mais tradicionais, como carrossel e roda gigante, a atrações inéditas como uma das maiores montanhas-russas de madeira da América Latina, a Montezum, e a La Tour Eiffel, uma torre com altura equivalente a um prédio de 23 andares. Tudo com altíssima tecnologia", vibra Zambelli.

"Além disso, o parque conta com três salas de projeções 3D altamente equipadas e com simuladores. No Chevrolet Mundi, por exemplo, são 8 simuladores Intamin, cada um com capacidade para 4 pessoas. Isso permite que 32 pessoas utilizem a atração ao mesmo tempo, um total de 320 visitantes/hora. A atração é equipada com motion control showscan, que inclui áudio, efeitos especiais e programação. O visitante pode viver a experiência de visitar uma fábrica de carros com muitas emoções e o máximo de realidade."


Tela de 18 metros de altura

Outra estrela do Hopi Hari é o Cinétrion, que tem uma tela com 18 metros de altura para projeções em 3D. Essa tela, quando foi trazida ao parque, precisou ficar em um conteiner enorme com ar refrigerado.

Já no Theatro di Kaminda, também há uma completa infraestrutura tecnológica para apresentações de espetáculos, cenários mecânicos computadorizados, projeto de iluminação de última geração e dois sistemas de gravação Protools. "O espaço foi equipado com sistema de som surround 5.1. O teatro tem 780 lugares", diz o gestor.

O parque conta com cinco regiões temáticas – Kaminda Mundi, Infantasia, Aribabiba, Wild West e Mistieri. Elas estão distribuídas em 760 mil metros quadrados, oferece 29 pontos de alimentação, bebedores, enfermaria, sanitários, fraldários, área específica para amamentação, estacionamento para cinco mil veículos e telefones. "Além disso, possui um dos teatros mais modernos de São Paulo, um bar show, cinema 3D e três salas de cinema com simuladores, 16 lojas e 14 jogos de diversão", complementa ele.

Em julho, o parque também lançará suas Férias Mágicas e, em agosto, a Hora do Horror. "Todas essas ações deverão contar com alta tecnologia", finaliza Zambelli.

E aí, já comprou seu "passaporte"?

Problemas de bateria do iPhone: hardware ou software?


Desde o lançamento do iPhone 3GS, vários de seus usuários reclamam que a bateria do smartphone não dura muito tempo, nem de perto se aproximando do que a Apple anuncia — cerca de cinco horas de conversação e navegação em redes 3G.

Indagados pela quantidade de reclamações vindas dos usuários, repórteres da Wired.com resolveram fazer um teste para confirmar se as alegações eram mesmo verdadeiras. Para comparação, eles utilizaram um iPhone 3GS e um iPhone 3G, ambos executando um vídeo em loop, com o sistema de notificações instantâneas (push) ativado, Wi-Fi desligado e fones de ouvido conectados aos aparelhos.

O modelo mais novo conseguiu permanecer funcionando por 5 horas e 47 minutos. Já a bateria do modelo 3G (com um ano de utilização), durou por 3 horas e 48 minutos. Como comparação, eles também realizaram o teste em um iPhone 3G com apenas sete meses de uso, que conseguiu alcançar 4 horas e 19 minutos — o que demonstra que as baterias realmente perdem parte de sua capacidade com o passar do tempo.

Desabilitando o sistema push, só estendeu-se a duração das baterias em 15-20 minutos. Realizando os mesmos testes com as notificações desligadas, o iPhone 3GS durou seis horas e três minutos, e o modelo 3G (de um ano) permaneceu ativo por quatro horas e dois minutos.

Após os testes, a Wired.com não conseguiu notar nenhum problema com a bateria dos aparelhos. Porém, com tantas reclamações por parte de usuários, eles acreditam que o problema seja no hardware dos novos aparelhos vendidos, ou seja, que algumas unidade podem estar com defeito na bateria.

Mas como lembrou bem o Examiner, os problemas com a duração das baterias surgiram antes mesmo do lançamento do iPhone 3GS. Logo após a liberação do firmware 3.0, usuários do modelo 3G do smartphone da Apple já reclamavam que seus aparelhos não estavam mais aguentando permanecer um dia sem ter que ser recarregados.

Segundo eles, este fato só leva à conclusão de que o problema está mesmo na nova versão do sistema operacional móvel da Apple. E, como a empresa já trabalha em uma atualização para ele, os relatos de problemas com baterias devem terminar logo, logo. Torçamos.

iphone 3g como moden? nâo no Brasil

iPhone 3G como modem? Não no Brasil
Recurso de tethering não está disponível para usuários brasileiros, confirmam operadoras

As outras redes

As redes AdNetworks estão revolucionando a publicidade online ao trazer para o mercado milhares de pequenos sites que formam um inventário atraente para campanhas de anunciantes de todos os portes.

Por Marcelo Sant'Iago

Enquanto o mercado discute avidamente as redes sociais, há outro tipo de rede que passa debaixo do radar dos jornalistas e da maioria dos profissionais brasileiros. Trata-se das redes de sites ou AdNetworks. Atualmente são mais de 400 redes em todo o mundo.

Aqui no Brasil elas nunca foram muito populares, mas já têm sua história: em 2000 eram MundoMedia, RealMedia, DoubleClick, Click Certo e AdNetwork (atual Predicta).

Hoje temos RealMedia, Fox, Google Content Network, Dada (sim, aquela dos ringtones agora representa sites), Yahoo Display Network, AllMatch, EzTarget, RealNetworks, além de Buscapé e Mercado Livre. Há também a HiMidia, que dependendo da oportunidade é uma agência de search ou rede de sites.

Segundo uma matéria recente da Business Week a previsão é que, em 2009, 50% de toda publicidade online no formato display nos EUA seja comprada via adnetworks, contra 30% em 2008.

A mesma revista afirma – e eu concordo – que as redes estão revolucionando a publicidade online ao trazer para o mercado milhares de pequenos sites que juntos, tornam-se um inventário atraente para campanhas de anunciantes de todos os portes, principalmente pela alta capilaridade e segmentação.

Por outro lado, graças ao enorme volume de espaço disponível que comercializam, jogam o valor do CPM para baixo, contribuindo assim para uma suposta desvalorização da publicidade online. Inclusive nos Estados Unidos o IAB iniciou uma cruzada para valorizar a mídia interativa como um meio para construção de marca, já que 47% de toda publicidade comercializada naquele país é baseada em performance (CPC e CPA) e, parte dela, passa pelas AdNetworks.

No Brasil o problema sempre foi como vender o conceito de rede, já que a maioria das agências insiste em escolher os sites que quer anunciar. Por outro lado, o modelo de exclusividade comercial – hoje em desuso – contribuiu bastante para afastar sites “verticais” importantes desse modelo de negócios.

Explicando: tradicionalmente as redes baseavam-se em representações comerciais exclusivas, ou seja, o site “terceiriza” seu departamento comercial para um representante que é responsável pela venda e retém parte do pagamento como comissão.

Esse modelo gera uma pressão muito grande, já que o site fica na dependência de seu representante para ter a receita com publicidade. E, dado a forma como as agências compram mídia, fica insustentável. Por exemplo, outro dia um cliente me pediu um plano utilizando redes.

Preparamos o material baseado no target e objetivos; ao apresentarmos surgiu a fatídica pergunta: “Mas em qual site vai veicular?”. Que é sempre seguida de “Esse site eu não quero, só quero os sites A, B e C”. Pronto, acabou o conceito de rede!

Por outro lado, o fato de não saber onde sua campanha estará sendo veiculada pode ser assustador realmente: já caso de uma multinacional importante ter sua campanha rodando em um site de conteúdo sexual explícito. Há as redes Premium justamente para minimizar esse risco, já que dizem exatamente onde a campanha estará rodando.

Com o fim da representação exclusiva surgiu um novo perfil de empresa que ajuda os sites a escolher dentre as diversas redes que vendem seus espaços qual oferece a maior rentabilidade. São os Otimizadores de Inventário, conceito que ainda não chegou por aqui. Um bom exemplo é uma empresa chamada Rubicon Project.

Outro modelo ainda oficialmente ausente no Brasil é o de “Ad Exchange”, onde toda transação é automatizada, toda feita online: agências e anunciantes acessam um sistema onde selecionam os canais que querem anunciar e recebem a informação do inventário disponível, que foi previamente cadastrado pelos sites. DoubleClick e RightMedia têm produtos específicos nessa linha, que as levaram a ser alvo de aquisição.

Enfim, as redes tem papel importante no ecossistema da publicidade online, prova disso foram as transações milionárias envolvendo Google-DoubleClick, Yahoo-RightMedia, WPP-24/7RealMedia, sem contar Microsoft-aQuantive, cujos ativos incluíam a DrivePm.

Este tema é longo e polêmico, se quiser me mande um email e continuamos o papo, mas acredito que com o amadurecimento de nosso mercado elas vão encontrar o seu lugar também no Brasil. [Webinsider]

terça-feira, 7 de julho de 2009

Mobilidade: três questões fundamentais para a segurança da informação

O avanço do uso de recursos de mobilidade no mercado corporativo traz aos gestores de TI novos desafios no que diz respeito à segurança de dados sensíveis. Uma pesquisa realizada pela consultoria norte-americana especializada em telecomunicação Lopez Research aponta que, no mundo dos dispositivos móveis, a tecnologia não pode ser padronizada em uma plataforma única - é necessário garantir suporte a diversos tipos de hardware e software. Além disso, os portáteis oferecem riscos particulares à proteção das informações armazenadas, uma vez que são perdidos com mais frequência e facilidade.

Por conta desses aspectos, ressalta a consultoria, uma solução de segurança móvel deve levar em consideração os tipos de aplicativos usados pelos funcionários, as informações que serão armazenadas no aparelho e as regulamentações às quais a empresa está exposta e terá de se adequar. Uma vez avaliados esses fatores, a política de segurança consistente deve abranger proteção em três níveis, segundo a Lopez Research:

1- Segurança do dispositivo e dos dados nele contidos: As melhores práticas indicam a necessidade de criptografar todos os dados armazenados no aparelho e em cartões de memória removíveis. Além disso, também é necessário proteger o equipamento de vírus, worms e trojans. Isso pode ser feito com o uso de firewall e antivírus para equipamentos móveis.

2- Segurança na transmissão de dados: As empresas devem adotar soluções que verifiquem a identidade do remetente e do destinatário e protejam os dados contra modificação por terceiros à medida que as informações passam pela rede sem fio.

3- Segurança no acesso à rede corporativa: Essa é a função mais complexa de uma política de segurança consistente porque deve, ao mesmo tempo, proibir o acesso não autorizado à rede corporativa e permitir que usuários autorizados transfiram informações para dentro e para fora da rede.

A consultoria ressalta que as empresas têm necessidades diferentes quanto a exigências de segurança. Algumas corporações podem considerar como grave a perda de e-mails e de informações de contato, enquanto é possível que outras não façam a mesma avaliação.

Do mesmo modo, as soluções de segurança oferecidas por fornecedores também têm variações e, destaca a pesquisa, não existe uma única oferta que atenda a todas as necessidades. De acordo com a consultoria, a empresa deve decidir o nível de sigilo de informações e entender as diferentes soluções de cada fornecedor, para fazer a escolha que melhor se adeque às suas necessidades.

E o jornal, vai acabar? Vai e não vai

A descentralização da informação é uma das grandes conquistas desse século. Para leitores e jornalistas, a possibilidade de ir além, via ferramentas digitais, expande a maneira de se buscar e fazer notícia.

Por Nara Franco

Do jeito como o conhecemos, sim. Os mais puristas estão arrepiados e insones com esse tal de conteúdo participativo e – cruzes! – com o “jornalismo cidadão”. Mas o que fazer diante de mais uma revolução que, ao que tudo indica, já chegou e veio para ficar? Grudar a cabeça ao muro das lamentações e permanecer no tempo que passou ou (re)pensar o que pode ou não mudar com os novos modelos de comunicação?

A democratização da informação e dos acessos a ela torna tudo mais difícil? Impossível? Inviável? Ou torna tudo mais concorrido? Talvez seja a temida “concorrência” o verdadeiro bicho-papão dessa história. Levando-se em consideração as características da mídia brasileira, nada mais lógico que temer a avalanche de fontes de informação surgidas com a internet. Como diz Caetano Veloso, quem lê tanta notícia?

A imprensa tem medo da internet. Usa com cerimônia, meio sem graça, meio sem jeito. Enquanto empresas integram suas áreas de marketing on e offline, os meios de comunicação não inovam. Embarcam nas ferramentas quando essas se tornam modismos e as utilizam sem estratégia e, muitas vezes, sem discernimento.

Nas TVs, inserções de vídeos do YouTube, por exemplo, só acontecem na exploração do que a ferramenta tem de bizarra e pitoresca. E no melhor estilo Adam Smith, as mídias sociais gritam: deixa estar que vamos criar. Estimulem, incitem, provoquem. Vide o sucesso de Barack Obama. Seu pôster de campanha, hoje exposto em museu, foi “presente” de um artista-eleitor. Assim como seu hit de campanha no YouTube, “Yes we can”.

Se a palavra de ordem é participação, sabendo usar, que mal fará? Temer o inevitável é ficar parado diante da verdadeira tsunami que se forma. A onda é forte – e acreditem – vai mudar padrões e conceitos. O leitor não é e nunca mais será passivo. E fingir que nada está acontecendo como se a internet fosse ainda biscoito fino para poucos é nadar contra a maré.

A classe C e D avança a passos largos na rede, o presidente Lula adere ao blog (quer sinal de maior popularidade? Ele é o cara, lembram-se?) e computadores vendem mais que TVs. Sem falar no predomínio brasileiro no Orkut e agora no Facebook.

O jornal, o telejornal, o rádio e a revista nunca perderão espaço e relevância. Mas têm de se adaptar a uma realidade diversa e dinâmica; a uma geração – que os americanos chamam de Y – que forma opinião das mais diferentes maneiras. Uma geração que faz do celular quase um computador portátil; que cria celebridades; que usa a rede para reclamar, ironizar, elogiar, ridicularizar. Tanto na esfera pública, quanto na privada, devemos estar atentos ao que se diz na web. Porque não há barreiras e, muito menos, fronteiras.

A descentralização da informação é uma das grandes conquistas desse século. Para leitores e jornalistas, a possibilidade de ir além, via ferramentas digitais, expande a maneira de se buscar e fazer notícia.

Assim como a TV não matou o rádio e o cinema, a internet nunca matará o velho jornal, aquela revista ou hábito de ver o jogo de futebol com o ouvido grudado na radinho. Mas é preciso integrar, interagir, abraçar uma mídia a outra tirando de cada uma o que de melhor elas têm a oferecer.

O dever de casa pode começar nas escolas de comunicação, que formam profissionais para um mercado que não existe mais. Redefinir modelos, se aproximar do mercado de trabalho e não tratá-lo mais como um vilão, pode ser o primeiro passo. [Webinsider].

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Seus dados e o crescimento desordenado da informação

Atualmente o crescente e desenfreado aumento de dados nas empresas causa preocupações consideráveis com relação à segurança, gerência, acesso e preservação da informação. A situação se traduz em maiores riscos, altos custos e níveis de desperdício que acabam gerando um sentimento de frustração pela obrigatoriedade de se manter uma montanha de dados sem conseguir tirar proveito da valiosa informação contida nela.

Para tanto, o processo de arquivamento de dados tornou-se a melhor forma de endereçar essa questão. Certamente o conceito não é novo, porém ele está mais abrangente, flexível, inteligente e transparente. As empresas que desejam domar seus dados em meio ao crescimento desordenado, melhorar a qualidade e o tempo de entrega da informação ao negócio com redução de custos e riscos devem ponderar sobre quatro questões essenciais:

1) Backup x Archiving – A grande maioria das empresas utiliza o processo de backup para proteger e preservar seus dados por um longo período, mas ele não consegue prover o nível de serviço exigido, pois é uma forma passiva, não-transparente, custosa e arriscada de preservar a informação. O Backup é um método eficiente de manter os dados durante o período em que eles podem ser alterados, portanto em curto prazo. Já o Archiving é um processo que preserva os dados que já não sofrem tantas mudanças ou que já chegaram ao seu estado final e precisam ser mantidos por um período mais longo por razões externas e/ou internas. Feito de maneira correta, o processo atenderá às necessidades de transparência, visibilidade e acessibilidade aos dados dando vida a essa montanha de dados e possibilitando a entrega de informação valiosa ao negócio, de forma menos custosa e arriscada. Backup e Archiving são dois processos separados que atendem necessidades distintas e, portanto devem existir juntos em um ambiente que exige alta demanda como o de TI.

2) A avalanche de dados não-estruturados – Atualmente quase 80% dos dados das empresas, se encontram em formatos não-estruturados e somente os 20% restantes em formato estruturado, contidos em um banco de dados relacional. Alguns exemplos de dados não-estruturados são: e-mails, relatórios financeiros, relatórios e notas fiscais eletrônicas, fotos, vídeos, arquivos Microsoft Office e PDF, imagens de cheque, gravações de voz, exames médicos, extratos bancários, entre outros. Esses dados não-estruturados estão espalhados em grandes e pequenos servidores, estações de trabalho, notebooks, pen-drives, celulares, fitas magnéticas, CDs/DVDs, microfilmes, papéis etc. Essa dispersão implica em sérias dificuldades ou na inexistência de gerenciamento e visibilidade da informação, além de riscos de perda e exposição de informações críticas. Esse risco pode ser diminuído ou eliminado com uma infra-estrutura única e integrada de armazenamento, além de um processo de classificação e migração desses dados não-estruturados, o que os colocaria em um ambiente mais “estruturado”, resultando em ganhos operacionais e maior conhecimento sobre os dados, provendo melhores níveis de serviço e assegurando a disponibilidade e acesso às informações corretas.

3) Sistemas Legado – Um problema detectado que pesa muito no bolso das empresas é a manutenção dos sistemas legado. Esses sistemas guardam informações históricas, que não foram migradas para os novos sistemas, porém precisam ser consultadas. Portanto as empresas têm que mantê-los e essa manutenção, muitas vezes, tem um custo. Além disso, a empresa tem que consultar múltiplos sistemas totalmente separados para conduzir seus processos de negócio. O fato nos remete ao ponto dos backups dos sistemas legados e levanta as questões: Será que os backups, que são mantidos há anos com o intuito de preservar a informação são realmente necessários? Será que não teria sido melhor migrar os dados históricos do sistema legado para o novo? As questões devem ser muito bem analisadas, uma vez que a tarefa de migração dos dados históricos de um sistema legado para um novo é complexa e exige grande esforço. Contudo, deve-se levar em conta a prioridade e o custo/benefício da operação. Mas a decisão torna-se clara e indiscutível quando se entende a necessidade de endereçar imediatamente a preservação dos dados para os sistemas existentes evitando o transtorno deles se tornarem em novos sistemas legado.

4) Regulamentações – No Brasil quando falamos em regulamentações, que exigem a preservação dos dados, remetemos não somente a guarda física dos documentos como a garantia de autenticidade e rápida disponibilização da informação. Com ou sem leis específicas, as empresas são cada vez mais pressionadas a adotar boas práticas de governança da informação e prover maior transparência na forma de fazer negócio, tornando-se um ponto vital para a saúde das companhias, além de ser plausível de altas multas.

São muitos os desafios, os benefícios e as considerações de se implementar uma estratégia e consequentemente uma solução à preservação da informação. Porém é imprescindível que as empresas comecem ou prossigam com esse processo e que efetivamente instituam uma cultura de arquivamento de seus dados que não somente resulte em ganhos operacionais e redução de exposição a processos judiciais e multas, mas que também transforme um gigantesco problema para a TI em uma riqueza de informações para o negócio.

Linux, a pedra no sapato do Google Chrome



O desenvolvimento do navegador Chrome para Linux vem se arrastando há meses. A culpa, segundo o Google, é do sistema operacional do pinguim.

Antes de mais nada, vale dizer que o pessoal de Mountain View adora o Linux. Há inúmeros esforços da empresa com o objetivo de levar seus aplicativos para as várias distribuições existentes. Já é possível rodar em várias delas gadgets feitos para o Google Desktop, o Picasa, o Google Earth... Fora os inúmeros esforços da empresa na área de código aberto: o Google Code, o Android e o Google Wave, por exemplo. Quem começa a trabalhar nos escritórios de Larry Page e Sergey Brin também pode escolher entre um computador com Windows, Mac OS ou uma versão modificada do Ubuntu.

Acontece que a enorme variedade de distribuições do Linux está emperrando a vida do Chrome. Por quê? Porque até agora não foi possível implementar o sandbox, um sistema que garante um nível maior segurança para o browser. É como uma caixa de contenção: se há uma falha de segurança, o sandbox garante que ela não ultrapasse os limites do navegador. Quem diria, hein? Justo no Linux, que se gaba de ser o mais seguro de todos os sistemas operacionais do planeta.

Em post publicado no início do mês passado no blog do Chromium, Jeremy Moskovich, engenheiro de software do Google, afirmou, com todas as letras: “O Linux tem um monte de diferentes mecanismos de sandboxing disponíveis. As várias distribuições do Linux vêm com APIs distintas de sandboxing (ou com nenhuma), e encontrar um mecanismo que vá com certeza funcionar nas máquinas dos usuários finais é um desafio.” No Mac, segundo Moskovich, as coisas são bem mais fáceis.

O fato é que, por enquanto, o Chrome para Linux e Mac encontra-se em versão pré-alfa. E, segundo o Google, ninguém deve baixá-las, a não ser os programadores. Enquanto isso, no Windows, o navegador já está nas versões 2.0 (oficial) e 3.0 (para desenvolvedores). Por essa nem o Bill Gates esperava.

Terceira geração do iPod Touch pode vir com câmera integrada

Depois de uma avalanche de rumores divulgados por diversos sites e blogs antes do lançamento do iPhone 3GS da Apple, a bola da vez agora são os tocadores da empresa de Steve Jobs.

Imagens divulgadas pelo MacRumors mostram possíveis cases desenhados para os novos modelos do iPod touch e iPod Nano. Os cases possuem abertura na parte traseira, sugerindo a inclusão de uma câmera digital (como a do iPhone).


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Outra informação vem de uma fonte asiática afirmando que a Apple teria adquirido um grande volume de módulos de câmeras digitais, semelhantes às usadas no iPhone, ao preço de 10 dólares cada. Pela quantidade comprada, especula-se que o destino seria um só: equipar os novos iPods.

Incluir o recurso nos tocadores é uma estratégia que faz sentido se a Apple quer turbinar a venda da próxima geração desses dispositivos. O iPhone 3GS, que traz recurso de gravação de vídeos, teve mais de um milhão de aparelhos vendidos em apenas três dias.

A nova geração de players da Apple está prevista para ser lançada em setembro. É esperar para ver.