Executivos e consumidores que procuram dispositivos eletrônicos capazes de solucionar todas as suas necessidades têm esperanças falsas, segundo pesquisadores da Intel Corp. A diretora do setor de experiência de usuários da empresa, Genevieve Bell, explicou que um aparelho "tudo em um," que inclui celular, internet, câmera, calendário, sistema de GPS e outros, provavelmente não conseguirá realizar as tarefas de modo satisfatório.
“Não sei se algum dispositivo consegue carregar todo esse peso. Adoraria chegar a um mundo onde só tenho um aparelho. Sua bolsa seria bem mais leve. Mas nunca funcionaria; na verdade acho que teremos mais dispositivos”, afirmou Bell. Ela afirma que substituir laptops, smartphones e outros sistemas por uma única peça é muita convergência.
“Pensar que teremos um só dispositivo para fazer tudo é como nossa fantasia de escritórios sem papel”, completou Bell. “Não vai acontecer. O problema com a convergência é que ela é feita em torno do objeto, e não da experiência. Como seres humanos, nunca somos apenas uma coisa. Somos empregados, parceiros, crianças. Somos membros de igrejas e grupos sociais. Precisamos de dispositivos diferentes para coisas diferentes.”
O diretor técnico da Intel, Justin Rattner, afirmou que novos sistemas personalizados devem surgir em breve. “Será sobre ter dispositivos que nos conhecem. Meu celular sabe o mesmo sobre mim desde o dia em que o comprei. Pense no seu calendário como um sensor. O dispositivo deve entender como é o meu dia e identificar se preciso de navegação ou ler algo antes de uma reunião. Meu aparelho tem todas essas informações e não faz nada disso.”
Rattner deseja que, no futuro, as câmeras dos celulares possam reconhecer os usuários. Ele também espera que os celulares da próxima geração reconheçam problemas de tráfego em sua rota de trabalho e consigam alertá-lo quando for necessário sair mais cedo. “Dispositivos precisam se tornar realmente assistentes pessoais.”
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
Intel: dispositivo único ainda está distante
terça-feira, 13 de outubro de 2009
AMD apresenta sua estratégia Vision
A AMD reuniu alguns jornalistas no final da semana passada para anunciar sua nova estatégia de mercado batizada de Vision que — como seus vizinhos de verde e de azul de Santa Clara — reconhece que o futuro está na chamada computação visual, um modelo de uso onde o desempenho da GPU começa a ter tanta importância quanto o processador propriamente dito.
Para explicar a nova estratégia, foi apresentada uma pesquisa realizada pela própria AMD onde podemos ver que o processamento e reprodução de mídias começam a ganhar importância no dia a dia dos usuários médios.
Ao mesmo tempo, a empresa identificou três grandes grupos de usuários divididos de acordo com modelo de uso e o nível de complexidade das aplicações:
Até aqui o que podemos ver é a constatação do óbvio, ou seja, que nem todo mundo precisa do melhor, mais rápido e mais caro computador da loja para antender suas necessidades diárias de computação pessoal. Mas, num mercado onde o computador topo de linha de hoje pode ser o modelo e entrada do ano que vem, como escolher a melhor configuração baseada em conceitos meio vagos para o usuário final como marca de processador ou quantidade de memória?
Sob esse ponto de vista, a AMD está numa situação bastante confortável, já que é a única empresa que desenvolve tanto o processador quanto uma linha completa de GPUs tanto de baixo quanto de alto desempenho. Assim ela se sente segura de sugerir para o mercado configurações específicas que atendam aos tres grandes grupos de usuários citados acima por meio da iniciativa Vision, cuja face mais evidente será o uso de um único selo de identificação que poderá ser usado pelos fabricantes e integradores que participarem desse programa e disponível em três versões: Vision, Vision Premium e Vision Ultimate.
Durante a apresentação o nosso colega e chapa Rafael Rigues levantou uma dúvida sobre a existência de um quarto selo batizado de Vision Black, que a empresa explicou que seria uma categoria especial voltada para entusiastas e gamers, mas que pode não estar disponível em algumas geografias como o Brasil.
Na minha opinião, trata-se de uma impressionante mudança de paradigmas para o pessoal de Sunnyvale, já que até eles começam a questionar o papel do desempenho do processador como principal elemento responsável pela satisfação de todas as necessidades dos usuários. De um certo modo eles foram os pioneiros na chamada computação verde com sua tecnologia “Cool and Quiet” e agora se junta a Intel e NVidia na chamada era da computação visual que começa a ganhar mais importância que o jogos em 3D.
Outra peça importante nesse tabuleiro é a chegada do Windows 7 e sua nova tecnologia DirectCompute o que permitirá que os novos programas escritos para o novo Windows possam utilizar a GPU do PC para acelerar o processamento de algumas tarefas (GPGPU). Um bom exemplo é a plataforma Ion da NVidia já analisada por esse Zumo. Esse conceito pode ganhar ainda mais força com a chegada dos processadores com GPU integrada, como o AMD Fusion e o Westmere da Intel.
A expectativa é que os primeiros produtos com o selo Vision já devam chegar no mercado brasileiro ainda neste ano pelas mãos de empresas parceiras como HP e Acer. Os preços ainda não foram divulgados.
Ainda em tempo:
Aproveitei a presença do diretor de marketing da AMD para as Américas — Tony Fernandez-Stoll — na apresentação para perguntar se a AMD estaria desenvolvendo alguma tecnologia de vídeo em 3D, a exemplo do que estão fazendo os seus vizinhos de verde e de azul de Santa Clara. A resposta foi simples e singela: Não… não estamos desenvolvendo nada nesse segmento.
Plano de banda larga do Ministério das Comunicações sai em novembro
Até a primeira semana de novembro, o Ministério das Comunicações pretende entregar à Presidência da República sua proposta de um plano nacional de banda larga.
>> Veja a cobertura especial da Futurecom
Segundo o secretário de telecomunicações do Ministério das Comunicações, Roberto Pinto Martins, o documento deverá estabelecer um papel relevante da iniciativa privada no projeto. "Você acha que, sozinho, o governo vai resolver o problema da banda larga?", diz.
Neste sentido, o projeto do Ministério das Comunicações diferencia-se de propostas de outras partes do governo, como o Ministério do Planejamento, que defende a recriação da Telebrás para colocar em prática o plano, por meio da rede da Eletronet.
Roberto Pinto Martins afirma que apenas a infraestrutura do governo é insuficiente para a realização do programa. "Não há como fazer um plano de banda larga sem um setor que tem 200 mil quilômetros de cabos".
O secretário não quis informar como seria a participação da iniciativa privada no projeto, pois o modelo ainda está sendo planejado. Na última semana, os presidentes das operadoras de telecomunicações tiveram uma reunião com o Ministro das Comunicações, Hélio Costa, para falar sobre o plano.
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
Por colaborador (Especial para a PC Magazine)
Analisando o cenário brasileiro, uma pesquisa recente realizada pelo SEBRAE indica que 98% das 5,1 milhões de empresas do Brasil se encaixam na categoria de micro e pequenas empresas e sua movimentação representa 20% do PIB nacional. Grande parte delas tem acesso às tecnologias, sendo celulares e computadores os dispositivos mais utilizados.
Cerca de 70% das MPEs tem acesso à internet, entretanto, a navegação ainda está restrita para o envio de e-mails, consulta de preços, serviços bancários e compra de mercadorias. Ou seja, ainda há pouca ou nenhuma interação.
Um dos índices que mais chama a atenção é que poucas empresas deste segmento utilizam a web como forma de promoção e divulgação. Apenas 18% possuem sites próprios e 14%, lojas virtuais. Pode parecer um contra-senso, já que estudos demonstram que ações online tendem a ser mais acessíveis aos bolsos dos pequenos empreendedores.
Entretanto, já existem empresas que já entenderam o potencial das ferramentas digitais para impulsionar a divulgação "boca-a-boca" online de suas iniciativas, serviços e produtos. Ou 'viralizar' para usar um termo do meio. Para isso, abriram canais de comunicação com seus consumidores, blogs corporativos para público interno e externo, além comunidades em redes sociais.
Dicas de ouro para começar na Web 2.0
Estamos apenas no começo. Existe, ainda, um grande caminho a percorrer. Por isso, a chave pode estar em perder o medo de errar e embarcar nessa onda. Não adianta fugir desse novo mundo que se desenrola diante dos olhos de todos - tanto no universo dos negócios, quanto no pessoal. Precisa-se aproveitar o momento para fazer o negócio crescer.
Confira 10 dicas de ouro para ajudar nesse processo:
1. Expanda sua consciência: estude iniciativas/projetos de sucesso;
2. Converse com jovens nascidos na era digital: trocar ideias com quem vive diariamente a web 2.0 traz ótimas lições;
3. Comece a usar as ferramentas da Web 2.0: escreva um blog, poste vídeos no YouTube e fotos no Flickr, aprenda a usar o Twitter;
4. Fique de olho no comportamento do seu setor de negócios no mundo digital;
5. Reúna sua equipe e façam uma lista de possíveis formas de se usar a Web 2.0 em seu negócio. Premie as melhores ideias;
6. Re-examine seus objetivos;
7. Crie sua estratégia própria para web 2.0, pense no seu próprio marketing;
8. Busque sua palavra-chave: seja autêntico, seja o melhor "você" possível;
9. Perca o medo de errar: aja! Mexa-se agora. Teste. Fracasse. Aprenda. Adapte-se. Repita;
10. Não se esqueça da paixão: ela é o melhor termômetro quando se está no caminho do sucesso.
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
Projetos para fabricação de circuitos integrados receberão R$ 4 milhões
Serão investidos R$ 4 milhões para complementar a formação de especialistas que atuam em semicondutores e microeletrônica. Possibilitar a participação em projetos de treinamento que envolvam intercâmbio e cooperação com outros países e colaboração entre instituições brasileiras públicas ou privadas, são alguns dos objetivos. As propostas aprovadas devem ser executadas em um ano.
O proponente deve ter título de doutor e currículo cadastrado na Plataforma Lattes; ser obrigatoriamente o coordenador do projeto e ter vínculo formal com a instituição de execução do projeto, que pode ser de ensino superior, pública ou privada sem fins lucrativos; instituto e centro de pesquisa e desenvolvimento ou empresa pública, que execute atividades de pesquisa em Ciência, Tecnologia ou Inovação.
As propostas devem ser acompanhadas por meio do Formulário de Propostas Online, disponível na Plataforma Carlos Chagas. Os formatos permitidos são “doc”, “pdf” “rtf” ou “post script” e o tamanho máximo é um megabyte. A divulgação do resultado está prevista para 23 de novembro próximo. Consulte mais informações no site do CNPq.terça-feira, 22 de setembro de 2009
Novas tecnologias aumentam ameaças virtuais
A chegada de novas tecnolgias vem ampliando ainda mais as possibilidades a serem exploradas pelos criminosos virtuais, conforme explicou Mariano Sumrell, diretor de marketing da Winco Tecnologias e Sistemas, durante palestra realizada no CNASI 2009, que acontece nos dias 22, 23 e 24 de setembro, em São Paulo.
Na visão de Sumrell, novidades como a web 2.0, a mobilidade e a computação em nuvem, apesar de trazerem diversos benefícios, aumentam também as vulnerabilidades às quais estão expostos os usuários.
Sobre as redes sociais, os blogs e as demais ferramentas interativas trazidas pela web 2.0, o executivo alerta para o fato de o aumento de interatividade ampliar também os riscos, além de destacar a grande disponibilidade de informações pessoais geradas nesse ambiente. "Com isso, as redes sociais tornam-se terreno fértil para ataques de engenharia social", afirma.
A disseminação dos dispositivos móveis, especialmente smartphones, também abre um novo leque de oportunidades para crimes eletrônicos, segundo o executivo. Ele lembra que já existe comercio ilegal de softwares para acesso remoto indevido a aparelhos celulares, assim como já foram identificados ataques de vírus a smartphones. Em sua opinião, o volume de ataques só não é tão significativo porque os ganhos gerados nesse ambiente ainda não são tão interessantes.
Considerada uma mudança nos paradigmas da tecnologia, a computação em nuvem enfrenta importantes desafios de segurança. "Ao mesmo tempo em que se pode encarar que, com a cloud, os dados estão nas mãos de profissionais especializados e, assim, mais seguros, é imporante lembrar que esses dados estão armazenados remotamente e acessados via internet, o que amplia os riscos envolvidos", aponta Sumrell.
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
Computador móvel
Os celulares evoluíram tanto que hoje em dia as fronteiras entre um netbook e um smartphone já ficaram até meio confusas. E vão ficar pior. A Motorola anunciou a chegada na América Latina do MC9500, equipamento voltado para indústrias que promete ser o futuro da computação móvel. A novidade permite o aumento da produtividade e a redução do custo total de aquisição.
O lançamento possui as funcionalidades do computador móvel mais vendido da indústria, o MC9000, da Motorola, e traz novas aplicações, como a WAN 3,5G modular, que oferece uma solução de mobilidade empresarial capaz de modificar a maneira como as empresas realizam suas operações comerciais.
Isso porque a aplicação suporta conectividade de banda larga sem fio GSM HSDPA ou CDMA-EVDO Rev A em um único dispositivo, o que permite aos clientes selecionar a rede 3,5G que melhor se adapte às suas necessidades. Essa flexibilidade de rede celular, conhecida como Motorola MAX FlexWAN – uma das funções das extensões da arquitetura de mobilidade da Motorola –, permite às empresas implementar a solução em um único pool de computadores móveis, para disponibilizar a melhor cobertura a usuários de diferentes locais.
Extremamente resistente, ergonômico e desenhado para melhorar a eficiência operacional, o MC9500 também redefine o conceito de gerenciamento interno com um exclusivo sistema de acesso e um novo enfoque para a economia de bateria.
Submetido a diversos estudos e testes de campo para demonstrar que é capaz de atender às necessidades de clientes mais exigentes, o novo dispositivo oferece um rendimento confiável para os trabalhadores que necessitam de mobilidade nas áreas de transporte e logística e de encomendas, além de correios, entregas, serviço em campo e segurança pública.
O MC9500 é o primeiro computador portátil com base na Arquitetura de Plataforma de Mobilidade 2.0 da Motorola, que redefine o design e a inovação das soluções de computadores móveis resistentes. Equipado com processador Marvell XScale PXA320@806 MHz e sistema operacional Microsoft Windows Mobile 6.1, o MC9500 coloca o que há de mais recente em tecnologia nas mãos dos trabalhadores móveis de todo o mundo.
Graças à funcionalidade GPS, oferece cobertura de serviços com base em localização, até mesmo nos ambientes mais desafiadores. O MC9500 também possui diversas opções de captura de dados, incluindo um scanner a laser 1-D ou captura de imagens em 2-D. Ambos permitem a utilização de uma câmera digital com autofoco colorida de 3 megapixels de alta resolução, integrada com vídeo, o que permite ler assinatura, comprovação de estado ou entrega.